Necessidade ou abuso no uso do photoshop nas campanhas publicitárias de cosmético?

Li na internet que as campanhas da Lancôme e Maybelline foram proibidas pela associação britânica Advertising Standards Authority, alegando que seriam enganosas, pois forneciam uma imagem inalcançável de beleza. Na campanha da Lancôme, a garota propaganda era a Julia Robert e na campanha da Maybelline, a garota propaganda era a Christy Turlington (Ah vá! Como se nenhuma campanha usasse photoshop).

No “momento ahãn”, a Lancôme alegou que é uma representação fiel da pele “natural, saudável e brilhante” da atriz (ahãn ¬¬) e a Maybelline disse que ela foi retocada para “clarear a pele e reduzir pontos escuros e sombras perto dos olhos, além de amaciar os lábios e escurecer as sobrancelhas” (ahãn ¬¬). Dei uma olhada nas fotos e realmente dá vontade de comprar os produtos para ter a pele brilhante da Julia e lisinha da Christy,  já me imaginando no tapete vermelho ou matando azamiga de inveja pois eu seria tão bonita como as atrizes de Hollywood. Mas quando eu vi a comparação com as fotos sem retoques, dá até um susto (Não que elas sejam feias, muito pelo contrário!), porque são muito diferentes! Mas a verdade dói meninas e infelizmente eu tenho que revelar para vocês: elas são pessoas reais, normais como nós (OMFG!!!).

Sim, elas também envelhecem, criam ruguinhas, cabelos brancos, tem espinhas assim como qualquer mulher. Mas como são figuras públicas, têm que se mostrar perfeitas o tempo todo e isso é simplesmente impossível (Não me venha com o papo de que cirurgia plástica e botox salva, que eu coloco uma lista de mulheres deformadas por causa disso!). Quantas vezes vemos na televisão ou revistas ridicularizando as atrizes porque estão com rugas ou um pouco fora do peso (Confesso, eu assim como um monte de mulheres, dou muita risada quando assisto! Jealous Bitch ^^)?

Deixando as maldades femininas de lado, o foco não está na notícia de que a Julia tem rugas e sim no que realmente importa para nos sentirmos bonitas. Será que é necessário perder o amor próprio para atingir uma beleza que é alcançada somente por photoshop? Os produtos podem até ser bons, mas será que vai satisfazer o desejo se ser eternamente jovem e bela como diz a campanha? Afinal, o que é a beleza (OMG! Me superei na minha capacidade filosófica!)?

Deixo algumas imagens de campanhas com celebridades photoshopadas e dois videos incríveis da Dove, pela Real Beleza.

Beijos.

Estilo de Amy e um pouco de história

As roupas de Amy tinham influências das décadas de 50(o final dela), 60 e do estilo pin-up. Na década de 50, valorizava-se a cintura marcada, a silhueta feminina, a maquiagem valorizava o olhar com sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do delineador, indispensável para finalizar a maquiagem. No final da década de 50,ao som do rock’n’roll, a simplicidade e a praticidade nas roupas ganharam destaques e as meninas passaram a usar calças cigarretes até s tornozelos, sapatos baixos e jeans. Na década de 60, o foco da maquiagem ainda estava nos olhos, sempre muito marcados, as perucas ganharam foco e surgiram os vestidos tubinho. A lingerie se adequou à necessidade das mulheres, com calcinhas e meia-calça, dando conforto e segurança para usar mini saias. O estilo pin-up aderia à sensualidade, roupas justas, com cintura marcada e decotes. Atualmente, as mulheres que aderem ao estilo pin-up usam roupas retrô, tatuagens, delineador, batom vermelho e penteados da época.

Podemos ver referências desses estilos nas roupas da cantora, com o delineador bem ousado, roupas justas, peruca, bastante tatuagens, variava entre o salto alto e a sapatilha, além da feminilidade.

O estilo ousado, com músicas cheias de emoção farão falta, mas deixa uma lembrança na mente dos fãs. Adeus Amy.

Anos 5o

Anos 60

          Pin-ups

                                                                      Amy Winehouse

Tendências e gostos pessoais para a maquiagem no inverno.

No inverno, além de se preocupar em proteger o corpo do frio, é importante cuidar da pele para não deixá-la ressecada e caprichar na maquiagem, deixando de lado o natural, fresco e quente do verão.

A tendência para esse inverno de 2011 é deixar a boca e os olhos com tons fortes, porém, buscando harmonizá-las. Sombras de tons metalizados, preto, marinho e roxo são boas escolhas, unidas com um tom mais claro como o nude ou champagne para dar uma luminosidade no olhar (passando no canto interno dos olhos e abaixo das sobrancelhas). Usar um bom rímel e um delineador ajuda a deixar o olhar mais sedutor e marcar as sobrancelhas. Para a boca, batom vermelho, tons de uva ou vinho.

O mais importante, antes de fazer qualquer maquiagem, é prestar atenção na qualidade do cosmético. Para proteger a pele, é melhor comprar os cosméticos que vêm com filtro solar, até o batom! Este último, procure os que hidratam os lábios e tem maior durabilidade. Olhar a validade também conta, pois um cosmético vencido perde a qualidade, além de poder prejudicar a saúde da pele.

A mulher tem que ter o direito de escolher a maquiagem que tem a ver com a personalidade dela! Parar um tempo na frente o espelho e conhecer o próprio rosto é muito importante, pois começa a perceber o que mais gosta nele e passa a valorizá-lo. A maquiagem vira uma aliada, ajudando a descobrir maneiras de ficar mais bonita.

Descobrir os pontos fortes do rosto é a lição do dia.

Bom, bonito e barato? Roupas legais por um preço bem mais baixo!

Em algumas situações não é possível comprar uma roupa vista nas capas das revistas de moda porque ela é absurdamente cara. Para suprir essa lacuna e ainda sim seguir tendências, uma opção escolhida por muitos moderninhos é comprar roupas, sapatos e acessórios em brechós.

O antigo preconceito de comprar roupas usadas, num lugar sujo e cheirando a mofo deu lugar a lugares bem cuidados, com peças de qualidade, com ótimos preços e muita história para contar. Além de economizar bastante, é possível encontrar roupas e acessórios que estão nas revistas, pois muitas tendências estão focando na moda do passado, como as estampas floridas.

Pode-se encontrar brechós em bazares beneficentes, igrejas, asilos e nas lojas próprias. Se tem preguiça de procurar peças pessoalmente, pode comprar em brechós virtuais, de fácil acesso, com fotos expostas no site e para todos os gostos. O que incomoda, principalmente no Brasil, são os brechós que vendem roupas com preço muito elevado, pois são peças de outro país ou de marca. Em uma entrevista para a Folha, uma cantora francesa chamada Soko, que estava em turnê no Brasil, gostava muito de brechós, mas desistiu de comprar por aqui pois era muito caro e nos EUA era bem mais em conta.

“Antes de deixar a loja, tentou comprar um par de sapatos bicolores, tipo “oxford”, como os que calçava no dia do show do Sesc. Indignada com o preço (R$ 300), deixou escapar: “Tenho um desses. Comprei em um brechó em Los Angeles e paguei apenas 10 dólares, acho que vou continuar com eles, aqui é tudo muito caro”. http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/812484-depois-de-shows-no-brasil-cantora-soko-garimpa-brechos-paulistanos.shtml

Há brechó para todo mundo, dos caros aos mais baratos, fica a critério de quem procura. Uma volta no bairro ou acessando a internet é o necessário para encontrar um. Boas compras!

 

Usar roupa repetida é sim ter estilo! É só saber combinar.

As tendências estão mudando rapidamente, gerando muita informação de moda e influenciando as pessoas a consumirem cada vez mais. Mas é necessário gastar todo o limite do cartão de crédito e lotar o armário de roupas para seguir tendências?  Para algumas blogueiras não.

As it girls Alix (www.thecherryblossomgirl.com), Betty (www.leblogdebetty.com) e Louise (www.misspandora.fr), são bons exemplos de que é possível usar roupas repetidas sem perder o estilo e ainda sim, estar por dentro das tendências. Elas sabem combinar suas roupas para usá-las o máximo de vezes possíveis, servindo de inspiração para que as leitoras soltem a criatividade e comecem a criar looks com o que já possuem no guarda-roupa.

Alix

 

Betty

Louise

Uma folga para o cartão de crédito e liberdade para a imaginação.

Roupas feitas com peles de animais: Do luxo à crueldade

Não é de hoje que o uso de peles de animais é um assunto polêmico,
levando muitos estilistas e celebridades a serem contra o consumo em
roupas e acessórios por princípios éticos e de respeito aos animais.
A causa é tão forte que já houveram vários ataques, por parte de
ONG’s, a empresas que utilizam de matéria prima animal para fabricar
seus produtos e até mesmo ataques a celebridades, como no caso da
modelo Gisele Bundchen que, durante um desfile, foi xingada por
ativistas da Peta, devido a uma campanha que fez para a fabricante de
peles Blackglama, pela qual teria ganho US$ 500 mil em dinheiro e dois
casacos de pele no valor de US$ 250 mil cada.

Em épocas passadas, a alta sociedade via as peles como um luxo e
presença de status, sendo usadas em casacos, acessórios, ou até mesmo
em forros das vestes, protegendo do frio e dando sofisticação ao
vestuário. Essa sofisticação foi sendo, ao longo dos anos, questionada
pelos cientistas, ambientalistas e ativistas, devido ao grave impacto
que estava causando ao meio ambiente, como o risco de extinção desses
animais e diversos desequilíbrios na fauna e na flora, tornando o uso
de peles um ato de crueldade contra os animais, devido aos métodos
para a sua obtenção serem dolorosos e extremamente perversos.

O mercado da moda está sempre buscando tendências para gerar mais e
mais consumo, mas cabe ao consumidor saber qual produto vale a pena
gastar dinheiro. O que era usado para proteger do frio, é usado por
luxo, um “must have”.  Apesar dos problemas, há sim inovações na moda
para que abra a mente do público para opções sustentáveis e de bom
gosto, como peles sintéticas e tecidos vegetais, de boa qualidade e
bonitos. Vale a pena se informar sobre as novas descobertas e como os
estilistas estão usufruindo disso em suas criações, uma maneira de
enxergar novos caminhos.

Fica a dica!